SEGURANÇA

Como a PARTIE pensa a segurança

A segurança é tratada como uma fronteira operacional: menor privilégio, isolamento, validação e revisão independente antes de promover alterações críticas.

Menor privilégio

Processos operacionais, integrações e áreas administrativas recebem apenas as permissões necessárias para a respetiva função.

Isolamento por restaurante e unidade

O contexto de restaurante e unidade é tratado como uma fronteira de segurança. Operações sensíveis devem executar no contexto autorizado e falhar de forma segura quando esse contexto é inválido.

Integrações com âmbito limitado

Cada conector externo é tratado como um perímetro dedicado e recebe apenas as capacidades necessárias.

Segredos e credenciais

Chaves, tokens e palavras-passe não pertencem ao site público, ao armazenamento do navegador nem a conteúdo indexável.

Revisão antes de promover

Alterações críticas passam por testes de arquitetura, segurança e regressão. Quando um controlo falha, a alteração regressa a reparação.

Site público separado

O site institucional está separado dos dados do produto. Os formulários públicos utilizam um endpoint do mesmo domínio, validado, limitado contra abuso e sem carregamento de ficheiros.

Agendar demonstração

Preferimos fronteiras verificáveis e controlos explícitos a promessas genéricas de segurança.

Agendar demonstração →